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1.3.13

Breve história

Ela era feliz com mimo, carinho, companheirismo e amizade. Não refilava se eu fosse muito gelado para a cama, desde que depois a aquecesse e preferia ser deixada em paz e a remoer os seus problemas.

Eu sou feliz com amor, fogo, paixão, sentimentos ao rubro e sensações à flor da pele. Refilo se tiver ao meu lado um corpo gelado que não aqueça quando eu lhe toco e adoro ser acordado a meio da noite para uma trancada bem assente. Para além disso, os meus problemas são para ser resolvidos, por isso vento, refilo e estrebucho sobre eles, procuro respostas, quero ajuda e opiniões.

Já o Rui Veloso dizia há 23 anos, em "A Paixão segundo Nicolau da Viola"... Contigo aprendi uma grande lição. Não se ama alguém que não ouve a mesma canção". E por isso, separámo-nos. Desejo-lhe tudo do melhor.

E com isto, vai ser a última vez que vou falar aqui no blog da minha relação com a Passionata.

21.1.13

Pergunta para Queijinho

O que mais gosto na Passionata, aquilo que realmente me atraiu nela e me fez ficar perdidamente apaixonado em menos de uma semana? As gargalhadas que eu facilmente dava enquanto conversava com ela. Pela fluidez na conversa, pelos trejeitos engraçados a falar, pelas expressões com piada e, acima de tudo, pela expressão. Aqueles olhos castanho/verde azeitona deram e ainda dão cabo de mim!

Ontem, depois do almoço, fomos ao nosso barzinho de fim de semana beber um copo. Sozinhos, como habitual. Bebemos o café da ordem, eu pedi o meu fiel Beirão e ela abdicou da sua amarguinha. Mas a meia hora que lá tivemos foi tão boa, tão boa que saí de lá do mais bem disposto que me lembro de estar desde que o ano começou. E as gargalhadas que eu dei e que fizeram metade do barzinho olhar para mim com cara de espanto, foram o melhor bálsamo para preparação de uma semana que se previa complicada, mas que afinal não deve ter nada de especial.

19.1.13

Letter

Sometimes, I just don't know how to behave. I sincerely doubt my ability to cope up with everything. It seems so hard to understand everything that is happening around me.

After what happened last night, I honestly doubt that I deserve you. It's rather unnerving to think this way. Nevertheless, I do. Ever since you stopped talking, right after lunch, I have had the urge to shout, cry, fight and soothe. And all in just two or three hours. Then, I just felt numb. Right now, if you'd just leave, I'd be OK with it. Nevermind how I'd feel tomorrow. But today, this minute, this instant, I wouldn't mind. I would probably be relieved, actually.

I don't like feeling like this. Numbness is really not my thing. I like my cheery, easy-going manners. But you seem to surpass every nice feeling everytime you start bitching around. Especially because I fell in love with you because of that bitchy side. I love that bitchy side on you. But not when it strikes down with full anger. And I really don't appreciate it when it's not deserved. And I sure as hell didn't deserved it today. This morning.

And now I miss you. I miss your presence, your smile, your touch, even your bitchyness. I miss all that. And I had it just last night. I can't get enough of it. You seem to find yourself too proud to come by me, try to talk to me and understand what the hell went wrong. Or maybe you know exactly what went wrong and you're just ashamed of what happened. Or worst, you know what happened but believe that you're right! Well, let me spare you the suspense! You're not! Maybe neither am I, but there's no way you can get out of this for free. And we need to talk. Urgently! Come by me and talk.

PLEASE!

6.12.12

Logo pela manhã

Estou eu na casa de banho a tratar do membro lesionado quando Passionata, que também se estava a despachar para aproveitar a boleia entra na casa de banho, mira a lesão e afirma, com ar de médica satisfeita com a recuperação de um paciente favorito...

No fim de semana salto-te em cima!

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29.11.12

Morte lenta

Há dois dias que Passionata anda com problemas de estômago/intestino...

E lá em casa só há uma WC!

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Quando sou eu ela refila... Agora é a minha vez!

22.11.12

True story

Hoje, a caminho do trabalho, vi um Renault Clio com uns 10 anos, verde escuro, com um autocolante no vidro de trás. O carro até nem era feio! Depois ele fez uma rotunda à minha frente e apercebi-me que na roda da frente a jante era cor de tijolo e na de trás cor de laranja... Comentei com Passionata "Será que do outro lado é roxo e amarelo?" ao que ela respondeu "Não, deve ser tijolo e azul como as deste lado mas com as rodas trocadas.".

Nenhum de nós acertou... Do outro lado eram mesmo verde alface e cor-de-rosinha!

20.11.12

Qual é a pergunta que mais vezes ela me faz durante o dia?

Gostas de mim? Não... Não é gostas de mim!

Dás-me um beijinho? Não, também não é esta...

Dormiste bem? Nopes... Esta também não!

Meteste creme no patareco? Bingo!

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12.11.12

Ela chama-me a mim de "Minuim"


Mas o que é certo é que ontem Passionata voltou da casa da mãe... E trouxe as chaves atrás, o que fez com que a senhora tenha que ter feito uns bons 200km extra porque ficou trancada na rua, com luzes acesas e tal e coiso! E madame Passionata é que foi a esquecida que guardou as chaves na mala!

MINUIM!

1.11.12

Passionata #5

Faz hoje um ano...

Vamos então ao resto da história! Depois da maravilhosa tarde/noite de Domingo, eu só queria estar contigo. Fui ter contigo na segunda enquanto jantavas, mas o meu melhor amigo faz anos hoje, pelo que não dava tempo para estar contigo muito mais do que uma hora. No entanto, ficou prometido mais para o dia seguinte.

Encontrámo-nos às 16 no Marquês, à saída do Metro como sempre, fomos até à Versailles comer scones com doce de morango e chocolate quente, daí fomos para a Gulbenkian ver a exposição de Naturezas Mortas que ainda guardo o bilhete religiosamente comigo, depois o café e o pastel de nata na Sequeira e a massagem nos ombros.

Depois o jantar no "nosso" Sushi restaurant, o passeio pela estrada de Benfica, o cigarro em frente à igreja enquanto a conversa fluía como um rio, o convite para um passeio à beira-rio, mesmo sabendo que no dia a seguir trabalhávamos os dois.

Já no nosso spot, a vontade de fazer xixi, a procura pela casa de banho, o esconder atrás dos arbustos porque as casas de banho públicas estavam fechadas, o degrauzinho onde me sentei, os beijinhos no pescoço, todo um atrevimento, para no final...

 
Novimeio, certo? :D

Amo-te!

23.10.12

Passionata #4

Dois dias depois, no Domingo, acordámos cada um em sua casa e começámos a trocar mensagens logo de manhã. Lá prás 11 ou coisa assim. E eram praí umas 15 quando lá ganhei coragem para a convidar para sair. Combinámos às 16:30 no Marquês de Pombal e lá fomos nós. Fui o caminho todo a marrar sobre o sítio onde a iria levar. O dia estava soalheiro mas fresquinho por isso tinha que ser bonito mas confortável.

Optei pelo bar do Guincho. Peguei na menina, meti-me na Marginal e a conversa fluía como o trânsito. Rápida e variada. Quando lá chegámos, bebemos uma cervejola cada um na esplanada ao solinho, continuámos a falar, passeámos pela praia, depois comemos um pica-pau acompanhado de nachos com queijo enquanto bebíamos um Mojito, depois passeámos mais uma vez pela praia e terminámos por volta das 8 ou 9 da noite, com um chá e uma torrada.

De lá fomos para o cabo da Roca. Já fora do carro, acendi um cigarro enquanto conversávamos mais um bocado. Parecia que não me conseguia cansar de falar com ela, havia sempre tema, sempre algo mais para conversar. E com isto chegou-se a meia noite, hora a que tinha combinado deixá-la. Entrei no carro e dirigi-me a Lisboa. Quando lhe perguntei onde a deixava a resposta foi a de sempre: "No Metro, onde te der jeito". A gaja tá a dar cabo de mim e eu, completamente recém-saído de uma relação, estou a ficar agarrado...

18.10.12

Passionata... #3

A seguir ao jantar, fui levá-la ao Metro e avancei para casa. Ela mandou sms ao mesmo tempo que eu cheguei a casa, o que me fez imaginar onde raio morava ela. Mas não me preocupei demais com isso. Passou o dia seguinte e na sexta-feira tinha um jantar marcado com os meus dentistas. Eram quase 8 da noite telefona o dentista a dizer-me que não podia ser porque a filha estava doente. Pensei logo em ir ter com os meus amigos. Saí da segunda circular e encaminhei-me para a A5. A meio caminho, fiquei CHEIO de vontade de ir à WC. O que é que o menino faz? Tenta ligar a Passionata, que tinha o seu estabelecimento a meio caminho. Ela não atende. Ele tenta despachar-se o mais rapidamente possível, para não se mijar calças abaixo e chega à porta do estabelecimento quando ela o está a fechar. Pede para ir à WC e, quando sai, aliviadinho e lavadinho, convida-a para jantar. Ela diz que sim senhora e ele maravilhado segue-a até ao Bairro Alto, onde começa a comezaina e a bezaina também.

Entre jantar e copos a seguir, bebemos uma garrafa de vinho branco a meias e três caipirinhas cada um. Já muito alegres, a conversa foi-se desenrolando e eu a cada frase me sentia mais atraído por esta moça simpática e simples que me estava a dar a volta à carola. Já perto das 3 da manhã, fui levá-la a um táxi, porque mais uma vez, ela não me deixou ir levar a casa dela. E o táxi chegou lá ao mesmo tempo que eu a minha casa... Onde raio morará aquela giraça?

Fica para as cenas dos próximos capítulos!

15.10.12

Passionata... #2

Onde é que íamos?

No café, já me lembro!

Então, a moça aceitou o convite pró café. Eu saí do estabelecimento onde ela trabalha e fui para um café perto e sentei-me numa mesa à espera dela. Quando ela chegou comentei o casaco tchanã e ela não gostou. Ficámos a falar durante uma boa hora e meia, até eu a convidar para jantar. Quando ela aceitou, confesso que fiquei mesmo contente. Ela atraía-me tanto física como psicologicamente e valia a pena conhecê-la melhor.

Foi mesmo à filme. Entrámos no meu carro, telefonei para o restaurante a reservar mesa e quando chegámos já estava tudo preparado à nossa espera. Conversámos e conversámos e depois eu estive quase uma hora a dissertar sobre o meu hobby. Espetei-lhe uma seca descomunal. Ela bem diz que não, mas eu sei que sim, que foi uma seca estar ali a ouvir-me a falar daquilo. Mas o que é certo é que hoje estamos juntos.

A seguir ao jantar, ofereci-me para a levar a casa, coisa que ela recusou terminantemente. Nem me quis dizer onde era. Levei-a ao Metro e já foi uma sorte. Hoje, que sei onde ela estava a morar, nunca teria deixado que tal acontecesse. Não porque a zona em si seja má, mas porque era meia noite e tal, o caminho ainda era longo e depois há um determinado caminho que era necessário fazer a pé e esse não me agrada NADA! Ainda hoje...

14.10.12

Passionata...

A minha miúda é giraça, vira cabeças quando vai a passear na rua, é alta e vistosa, veste bem e na moda sem ser excessivamente tchanã, excepto nos casacos, conforme lhe disse quando nos conhecemos.

Aliás, essa história é engraçada. Ela trabalha no atendimento ao público. Eu fui ao estabelecimento e só ela e dois clientes é que lá estavam. Ela atendeu-me toda simpática e teve que me aturar durante uns bons 20 minutos. Só aí é que me apercebi que já passava da hora de fecho do estabelecimento e que a porta já estava fechada. Para compensar, perguntei-lhe se queria tomar um café, que eu oferecia. E ela aceitou... Eu nem queria acreditar.

Mas a história não termina aqui...
 
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