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2.8.13

Surpresas

De vez em quando, faço uma surpresa à gaja! Ontem, foi um desses dias. Levei-a a comer uma iguaria que ela adora e que não comia há anos, sendo que de vez em quando me torrava a paciência falava com entusiasmo das vezes que comia a dita quando era mais nova.

A cara de felicidade dela a comer e o brilhar dos olhos no final da noite, valeram por uma vida!

http://www.writeawaywithme.com/wp-content/uploads/2013/01/you_make_me_happy__by_katherinebaker.jpg

29.7.13

É oficial

Não consigo dormir bem sem ti, já!

http://data.whicdn.com/images/27828185/casais_bed_couple_sleeping_cuddle_hug-1eb397c53a15207e7229eafccff97fcb_h_large.jpg

23.7.13

Em relação àquilo da sensibilidade...

Uma amiga que nos conhece aos dois definiu bem a situação!

Eu: Ah e tal a minha mãe disse ai de ti que a trates mal que ela é sensível...
Amiga: Então e não é verdade?
Eu: Se não me ponho a pau, ela dá-me porrada, como é que é sensível?
Amiga: É porque fica com as mãos doridas
Eu: ...

E pronto, ficou resolvido o mistério!

22.7.13

Meet the Fockers weekend

Pois que este fim de semana os meus progenitores foram conhecer a família da gaja. Confesso que me preocupava. Inclusive, já tinha falado com ela (a gaja) sobre isso. A mãe é sempre uma pessoa complicada de se levar a conhecer os pais. E há mães e mães. E a minha é especial. E a dela também. E talvez por isso se entenderam tão bem! Mesmo com os nossos medos (infundados).

O encontro decorreu no território do inimigo. Ou seja, deslocámo-nos nós à terra onde a família dela está. E lá fomos nós, pela manhã. Eu cheio de nervos que a minha mãe se atrasasse acordei com as galinhas, tomei banho, fiz a barba, fui comprar o jornal, tomei o pequeno almoço... E quando cheguei a casa dos meus pais ainda estava nervoso. A hora do arranque estava a chegar e a minha mãe ainda devia estar a acabar de tomar banho ou assim.

Entro em casa, jornais na mão e vejo o meu pai com a cadelita, a fazer festinhas. E oiço barulho nas escadas. Dou os bons dias e pergunto: "A mãe?". Responde-me um "Já estou pronta!", um descer de escadas já vestida e com os sapatos na mão. Saímos com apenas 9 minutos de atraso. Um recorde dos últimos campeonatos para a minha mãe.

Para esconder o nervosismo, fui a dizer piadas e na brincadeira o caminho todo. Fui também a dar indicações ao meu pai, porque o fim do mundo é um bocadinho antes da terrinha para onde íamos. Passámos o fim do mundo e a minha mãe ia dando largas à sua imaginação, com pérolas do tipo "Tão rústico!" e "Vista sublime!" e chegámos. A gaja aguardava-me à porta de casa, certamente tão ou mais nervosa que eu.

E a partir daí a perfeição foi alcançada. Não sei se os malucos se entendem ou não melhor que os outros. Mas os meus pais apaixonaram-se por aquela família. Tanto que no dia a seguir, ao telefone com eles, a minha mãe diz-me "agora atreve-te a ser bruto Passion", seguido de um "olha que ela é sensível!" ao que eu penso... Sensível? Se não me ponho a pau, ela espeta-me uma tareia... E ela é a sensível do casal? OK! :p

Mas estou feliz e isso é que importa!

11.7.13

Dois banhos tomados na última meia hora...

Um porque acabei de chegar do jogo da bola...

E o outro porque ainda tinha um golo para marcar...

22.6.13

Babuinices


E não, não é nada a ver com asneiras ou brincadeiras.

Na primeira semana de férias, apanhei um bronze tão forte que fiquei com o rabo completamebte branco e contranstante com o resto do corpo. A gaja, gozona, começou a chamar-me "Babuíno de rabo branco".

Na terça feira fomos a Faro às compras. Eu comprei uns chinelos que os meus já estavam a dar as últimas e a gaja abasteceu-se na Oysho com umas cuecas de bikini novas. Mais pequenas que as que ela usa normalmente. O que é que aconteceu? Claaaro! Escaldão no rabo. E rabo (MUITO) cor de rosa.

Qual é a alcunha dela agora???

13.6.13

Medos...

Acabei de me levantar, depois de uma fantástica noite de sono, para ir para a praia. Estão uns 25 graus, já. Ainda vamos passar pela pastelaria pra comer qualquer coisa e comprar uma revista na papelaria.

Durante a noite, sonhei que tínhamos acabado e que ela vivia no prédio em frente ao meu com outra gaja, muito macha. Quando acordámos falei-lhe nisso e chamou-me tonto. 

Agora? O meu maior medo vai ser sempre que o telemóvel tocar, depois do que aconteceu ontem!

20.5.13

14.5.13

13.5.13

Hoje é dia de...

Pegar na gaja à porta do trabalho, levá-la para uma praia, descalçar os sapatos, estender uma toalha na areia, fazer um piquenique de saladas frias e lambrusco e ficar a ver as estrelas, a ouvir o mar e a voz dela, sempre tão bela. Depois chegar a casa, tomar um banho, mimá-la e amá-la. Porque ela merece. Porque a vida não é complicada só para mim.

2.5.13

É a minha sina (parte 2)

Conversa por sms, após  publicar o primeiro post:

Gaja: Aquilo dos ordenados não tá trocado?
Passion: Não. É mais se ficar inválido.
Gaja: Olha pá, ontem percebi ao contrário. Então pode ser inválido e atirado para um lar
Passion: (...)

Adeus mundo cruel...

É a minha sina

Ontem fomos para a cama e, em vez de fazermos o amor, pusemos os cérebros em modo de pausa e começámos as conversas tontas. A determinada altura, a conversa versou no seguinte tema:
Passion: Se morresses, eu queria mesmo era a tua conta bancária;
Gaja: Pois, mas não podia ser. Tinhas que ficar com as minhas cenas e vender no OLX ou no Custo Justo;
P: Não, ficava com a TV e com a mesa da sala e com mais uma cena ou duas. Já eu, se morresse, ficavas com o prémio do seguro. 15 ordenados inteirinhos. Já se eu ficasse deficiente, eram 30 ordenados. Já viste?
G: E depois tinha que ficar em casa a tomar conta de ti?
P: Não, de certeza que a minha mãe fazia isso e tu podias continuar a tua vida.
G: E quem é que te dava banho?
P: A minha mãe...
G: Mas ela não tem força para te levantar!
P: Tá lá a Fáitema.
G: Ah não! Eu queria-te morto mesmo...
P: (...)

O que é que eu ando aqui a fazer, senhores?

26.4.13

A gaja é meio gajo...

Depois do trabalho ainda fui para a praia de Carcavelos. Desta vez não para andar mas sim para estar uma horinha e meia a tomar uns banhos de sol. Depois da praia, o programa do costume. Caracóis e o Benfica!

Depois do jogo e já em casa, estávamos no sofá a ver Anatomia de Grey, com ela enroscada em mim, quando a sinto a estremecer, sinal de que está quaaaaase quase a adormecer. Entretanto a série acaba e tínhamos planeado ir ver o The Mob Doctor a seguir, pelo que perguntei "ficamos a ver TV ou vamos para a caminha"? Ao que ela diz "Não, estava quase a dormir, vamos deitar". Acedi.

Segue-se o ritual: lavar os dentes, despir para ir para a cama. Quando chego à cama ela já estava deitada e chega-se para o pé de mim, começa a beijar-me e a apalpar-me e a pedir festa. Eu novamente acedi.

Festa acabada, meninos saciados, ela chega-se para o pé de mim, enrosca-se e... ADORMECE! Assim. Em segundos. Aquilo que eu costumo fazer e que escrevi há meia dúzia de posts atrás (sim, é um link).

Sinto-me violado...

24.4.13

O jantar

Sopa de legumes, queijo fresco e um pãozinho, depois de uns 4km a correr à procura dela. Cada vez que cada um pensa pela sua cabeça, dá merda. Mas pelo menos já temos acordo sobre isso e não nos chateamos!

20.4.13

Aí está o jantar!

Açoitem-me... Mas com jeitinho

Recepções...

Ontem fui recebido assim. Mas em cor champanhe...

O que é que um homem pode fazer?

18.4.13

O que ela me disse quando eu saía para o trabalho...

E eu queria tanto...

Dos anónimos

Estou feliz. Não tenho anónimos parvos no meu blog. Tenho um que de vez em quando vem aqui deixar um comentário a dizer que tenho a pila pequena e o Viagra é que me fazia bem, mas é o ex namorado de uma tipa qualquer que ainda hoje chora por mim pelos cantos, por isso não lhe ligo nenhuma.

No entanto, há anónimos por aí que sim senhor. São uns fixes. Porque foram ao blog dela e deixaram um comentário com este (sim, é um link) post na íntegra na comentários. E que logo a seguir deixaram uma mensagem tipo "Gaja, andas a comer gelados com a testa? Mete-te no carro e vai ter com o moço!". A modos que ela fez isso.

Apareceu-me lá por casa, deviam ser umas dez da noite. Como a minha campainha de casa não toca (uma bênção, ao fim de semana...), ela teve que tocar à do vizinho do lado. Que lhe abriu a porta do prédio. E ela subiu ao segundo andar. E bateu à porta, depressa, um grito de socorro com o nó de um dedo assustado. Eu, nu e à vontade pela casa como é normal, estava sentado ao computador e dei um pulo na cadeira. Gritei "Quem é?", enquanto procurava roupa para vestir e pensava nas possibilidades: a Fátima que me limpa a casa? A Rosa Maria do terceiro a queixar-se do barulho que eu não estava a fazer? O Romão do segundo porque tinha uma carta enganada no correio? O Vaz do terceiro que tinha um papel para eu assinar? "É a 'Gaja'", foi a resposta. Juro que se não estivesse perto da soleira da porta do escritório e não me tivesse agarrado a ela, tinha caído para o lado. Para trás. Para a frente. Para qualquer lado. Esqueci que estava nu. Esqueci de respirar. O meu coração saltou um batimento e descompensou.

Respirei fundo uma, duas, três vezes, as vezes que foram precisas, enquanto caminhava para a porta. Abri-a e espreitei ainda incrédulo para confirmar que era mesmo ela. Sabrinas a condizer com a mala, calças e blusa azuis escuras, casaco da moda amarelo-limão suave. Mais magra. Foda-se, muito mais magra! E Eu de boca aberta... 

Entra. Boa noite. Estás aqui a fazer o quê? Não sei. Porque é que vieste? Não sei. O que é que mudou? Não sei. Muitos não sei's de início. Muita conversa depois. A explicação do sucedido. A chegada a casa sem bateria e o susto quando viu o comentário do anónimo e o seu conteúdo. O que fez a seguir. A correria. A indefinição. O não pensar. O caminho até minha casa. As vontades, os desejos, as definições. E agora cá estou. Feliz, sem dúvida. Incrédulo, sem dúvida. Nunca esperei este gesto dela. Disse-lho algumas vezes ontem e outras tantas hoje de manhã. Convencido? Não. Isso não. Mas não estou desconfiado. Não acho que seja brincadeira. Não se vai virar para mim logo e dizer "Não, mudei de ideias". Isso eu sei. E vai ter mais cuidado. E eu também, porque a culpa não é toda dela. Nem nada que se pareça.

Como já pensei alto hoje: Se vai funcionar, se vou ser feliz? Não sei. Mas quero navegar esta onda de euforia e felicidade até ao fim e ver em que praia desaguo...
 
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