18.4.13

Sentimentos...

Apanhei esta música no Youtube, enquanto procurava por qualquer coisa que mostrasse o meu sentimento. Soou-me bem. Não a conhecia. Fui ver a letra... E ela diz tanto!







Get back on track, pick me up some bottles of booze
Fickle freshman, probably thinks she's cooler than you
A hay ride at five, everybody's comin' around
So go press you skirt, word is there's a new girl in town.

I call shotgun, you can play your R 'n B tunes
The fellowship time, it always comes a little too soon
The land of the creeds, freshened up from baby faced shame
Put your eyes on me, and I know a place that we can get away.

Just say I want you, just exactly like I used to
'Cause baby this is only bringin' me down.

Home-boy's so proud, he finally got the video proof
The night vision shows, she was only duckin' the truth
It's heavy I know, the black guy with the gift down below
A choke and a gag, she spit up 'n came back for more.

She said I want you, just exactly like I used to
And baby this is only bringin' me down.
She said I want you

I want you, just exactly like I used to
And baby this is only bringin' me down.
I said I want you, just exactly like I used to
And baby this is only bringin' me down.

Não é o mais saudável mas...

Tenho desculpa. Dormi bem e fiz exercício, tá?

O que ela me disse quando eu saía para o trabalho...

E eu queria tanto...

Dos anónimos

Estou feliz. Não tenho anónimos parvos no meu blog. Tenho um que de vez em quando vem aqui deixar um comentário a dizer que tenho a pila pequena e o Viagra é que me fazia bem, mas é o ex namorado de uma tipa qualquer que ainda hoje chora por mim pelos cantos, por isso não lhe ligo nenhuma.

No entanto, há anónimos por aí que sim senhor. São uns fixes. Porque foram ao blog dela e deixaram um comentário com este (sim, é um link) post na íntegra na comentários. E que logo a seguir deixaram uma mensagem tipo "Gaja, andas a comer gelados com a testa? Mete-te no carro e vai ter com o moço!". A modos que ela fez isso.

Apareceu-me lá por casa, deviam ser umas dez da noite. Como a minha campainha de casa não toca (uma bênção, ao fim de semana...), ela teve que tocar à do vizinho do lado. Que lhe abriu a porta do prédio. E ela subiu ao segundo andar. E bateu à porta, depressa, um grito de socorro com o nó de um dedo assustado. Eu, nu e à vontade pela casa como é normal, estava sentado ao computador e dei um pulo na cadeira. Gritei "Quem é?", enquanto procurava roupa para vestir e pensava nas possibilidades: a Fátima que me limpa a casa? A Rosa Maria do terceiro a queixar-se do barulho que eu não estava a fazer? O Romão do segundo porque tinha uma carta enganada no correio? O Vaz do terceiro que tinha um papel para eu assinar? "É a 'Gaja'", foi a resposta. Juro que se não estivesse perto da soleira da porta do escritório e não me tivesse agarrado a ela, tinha caído para o lado. Para trás. Para a frente. Para qualquer lado. Esqueci que estava nu. Esqueci de respirar. O meu coração saltou um batimento e descompensou.

Respirei fundo uma, duas, três vezes, as vezes que foram precisas, enquanto caminhava para a porta. Abri-a e espreitei ainda incrédulo para confirmar que era mesmo ela. Sabrinas a condizer com a mala, calças e blusa azuis escuras, casaco da moda amarelo-limão suave. Mais magra. Foda-se, muito mais magra! E Eu de boca aberta... 

Entra. Boa noite. Estás aqui a fazer o quê? Não sei. Porque é que vieste? Não sei. O que é que mudou? Não sei. Muitos não sei's de início. Muita conversa depois. A explicação do sucedido. A chegada a casa sem bateria e o susto quando viu o comentário do anónimo e o seu conteúdo. O que fez a seguir. A correria. A indefinição. O não pensar. O caminho até minha casa. As vontades, os desejos, as definições. E agora cá estou. Feliz, sem dúvida. Incrédulo, sem dúvida. Nunca esperei este gesto dela. Disse-lho algumas vezes ontem e outras tantas hoje de manhã. Convencido? Não. Isso não. Mas não estou desconfiado. Não acho que seja brincadeira. Não se vai virar para mim logo e dizer "Não, mudei de ideias". Isso eu sei. E vai ter mais cuidado. E eu também, porque a culpa não é toda dela. Nem nada que se pareça.

Como já pensei alto hoje: Se vai funcionar, se vou ser feliz? Não sei. Mas quero navegar esta onda de euforia e felicidade até ao fim e ver em que praia desaguo...

17.4.13

Ao 8º dia aconteceu

As minhas preces foram ouvidas. Ela veio. E eu não vou dormir sozinho. Obrigado Anónimo

O que apanho à frente na caminhada

Atentai no decote das costas... :)
Pena não ir ao meu ritmo. Nem pouco mais ou menos...

Mais um dia, mais uma caminhada!

Relógio posto, phones nos ouvidos, Virilha devidamente protegida
E quem me conhece já notaria a diferença no volume...

Em repeat, hoje!

Long live Sam the Kid

Ela dá-me o número e eu anoto, dou-lhe o meu a espera que ela volte
Passam horas e eu não sei se ligue, não se devo, é muito cedo
Será que escrevo e digo que gosto dela, e gostava de avançar ao nosso enredo
Ela antecipa-se e mandou-me um toque disse que ta cá fora vem depressa
E eu na maluquice saio em rebolisso, dou-lhe eu kiss e ela vice-versa
Minha visão ficou dispersa, mirei no muro duas silhuetas,
Bem carentes, bem caretas, o que é que sentes? Borboletas

Ao almoço

Não me apeteceu tirar fotos, porque estive 15 minutos de pé à espera dos filetes de cação!

Mas o almoço foram os ditos, com arroz de tomate. Antecedidos por uma sopa de tomate e acompanhados com uma salada igual à de ontem. A sobremesa foi uma espécie de tarte de natas que, em vez de bolacha, tinha por cima gelatina de ananás.

E estava tudo muito bom!

I need it...

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