17.4.13

Puta da insónia...

Acordei. Olhei para o relógio... 5:15 da manhã. E desanquei o meu cérebro. Podia ser uma horinha mais tarde... Ao lado do despertador, o telemóvel. Luz verde a piscar! Foda-se... Já estás. Desbloqueia e é todo um ritual. Abre o email pessoal, lê os emails (obrigado M.), aprova comentários, responde a comentários. Vai ao Feedly. Lê os posts que tem por ler. Entra no outro email. Lê os emails. Tudo visto na net. Olha para o relógio, passa pouco das 5:30. Vira para a esquerda, vira para a direita, pilinha time (por adaptação ao pipi time das meninas), vai ao WC, volta para a cama, rebola para a esquerda, rebola para a direita... E são 6:30. O despertador toca daqui a 20 minutos.

Vou mas é fazer a barba, tomar um banho e preparar-me para ir trabalhar. Mas agora que estou aqui, no pc, em frente ao monitor, sinto os olhos pesados de sono. Foda-se cérebro. Pensas demais para umas coisas e de menos para outras...

16.4.13

This one is for me...

I think too fucking much!

Rotinas...

Cheguei a casa há 10 minutos. O percurso percorrido desde ontem foi o mesmo, a distância igual, o tempo foram menos 18 segundos. 1:14:42. Incrível. Não melhorei absolutamente nada. Mas também não piorei, o que é óptimo, sabendo que nos últimos 4 dias já fiz quilómetros suficientes para chegar a casa dela. Amanhã, chego ao meu trabalho.

Daqui a meia hora sou esperado na casa dos meus pais para jantar. Confesso que não me apetece. Mas vou. Porque eles não sabem o que eu sofro cada vez que chego a casa e eu não os quero preocupar. Não sabem o quanto tenho penado por estar sozinho em casa. A falta que me faz uma companhia. O quanto desejava tê-la aqui, ao meu lado.

Este sentimento acompanha-me todos os dias. O pior é eu saber que só o ia ter durante uma semana, um mês, dois meses... E depois ele ia abandonar-me novamente. Porque me senti traído neste tempo que estivemos juntos. Porque as palavras foram consonantes com os actos, apenas em determinada medida. Chegou a altura do primeiro desafio e eu fiquei de calças na mão. E isso doeu mais que uma tareia.

Neste momento, eu sinto a tua falta. Neste momento, eu gostava de te fazer o jantar, depois ficar no sofá, abraçado a ti, a ver as séries que tanto gostávamos, para depois te levar para a cama, amar-te como tu mereces e dormir aconchegado e abraçado a ti, o teu forninho nas noites mais frias. Beijar-te as costas, os ombros e o pescoço como eu sei que tu gostas, cheirar o teu perfume e ficar sossegado.

Mas o coração é traiçoeiro, é o diabinho em cima do ombro direito. Depois vem o cérebro, qual anjinho, por cima do ombro esquerdo e diz assim: "Não Passion, não penses mais nisso... Porque depois desiludes-te outra vez e é pior." E o que é a vida senão um mar de desilusões? É o que apetece responder. Será que algum dia alguém vai conseguir não me desiludir? Manter-me agarrado o suficiente para me apetecer surpreender e colocar um sorriso na boca? Fazer-me desejar que o dia acabe mais depressa e que a noite não termine, para poder passar cada segundo livre com ela?

Hoje é dia de...

Caminhada! Pois é! Desta vez sem fotos! Porque não pode ser todos os dias! Vão ser mais 8,6Km. Senti-me bem ontem a fazer aquele percurso. Ainda não dá para ensaiar corridas por causa da virilha, mas para a semana espero estar bom o suficiente para isso.

http://www.webrun.com.br/multimidia/fotos/foto_13355_2008-01-22_grande.jpg 
Não sou eu mas poderia ser...

E acabei de saber que sexta feira só trabalho de manhã e... ala para Aveiro! Tenho que combinar com Cristo como vai ser! Life's cool! :)

Colorido, não?

Quem é servido?

At work

A minha rotina no trabalho é basicamente sempre a mesma. Chego um pouco antes das 8, como qualquer coisa leve na cantina de pequeno almoço, normalmente uma sandes mista e um galão escuro ou sumo de laranja natural, depois ligo o meu computador, espero os 10 minutos que ele demora a arrancar enquanto tomo um café, encho a minha garrafa de água de litro e meio e despacho o expediente do dia na primeira hora ou hora e meia. Leio os emails, respondo ao que tenho que responder, corro as minhas transacções maravilha e reajo quando tenho que reagir, enviando emails com informações, instruções ou questões.

Só depois de tudo isto me ligo à internet. A primeira coisa a fazer é sempre ligar o gmail. As duas contas. A do blog primeiro, para aceder ao blogger certo, depois a pessoal. Depois o blogger. Depois o feedly. E fica qualquer coisa deste estilo...

Normalmente, a seguir abro nova janela de Firefox. Para não complicar. Nessa janela costumo ter aberto o jornal para saber as novidades. É aqui também que eu vejo os resumos dos Lakers, quando tenho dois ou três minutos livres. E entretanto vou fazendo o que vai caindo de trabalho e acaba-se a manhã e é meio dia e vou almoçar com o grupo do costume. Somos 8 e vamos rodando. Eu, duas M, a MdB, o N, a C, a J e a AC.

À tarde, é mais do mesmo. Soma-se uma reunião ou outra, subtrai-se a navegação na net e soma-se as tarefas para fazer, multiplica-se pela necessidade e divide-se pela vontade... E num dia bom, saio entre as 4 e as 5 horas da tarde.

É bom? Eu gosto de chegar cedo a casa, sim. É o que eu pretendo para mim? Não. Quero desafios. Quero ter sempre algo para fazer. Quero não parar. Quero a minha mente sempre lá longe. Quero sair do país, ganhar bem e trabalhar muito. Desenvolver-me pessoal e profissionalmente.

Um bom dia começa assim...

Isto é um gajo a ter um orgasmo, já agora...
E hoje é um bom dia!

Now he tells us...

15.4.13

Sleep...

Hoje assim..
 
Para amanhã não ser assim...

portrait of customer support operator woman falling asleep - stock photo

8,6km...

O relógio não me deixa mentir...
E o Runkeeper também não...
 
Sabe bem ir a andar a um ritmo elevado, quase de corrida. Ao início, é agradável aquele ardor do ácido láctico a acumular-se no fundo das canelas, sinal de que o corpo já está a sintonizar no modo exercício. Depois, sentir o calor bom das coxas a protestarem ao de leve contra o ritmo. Especialmente nas subidas. Depois a boca a ficar seca ou a encher-se da saliva suja de quem tem os pulmões numa lástima, como é o meu caso. Finalmente, ver o objectivo (a minha rua) já perto do campo de visão e acelerar um pouco mais o passo, a fim de procurar chegar o mais depressa possível, porque quero partilhar com o mundo a minha vitória pessoal. Porque se a semana passada me dissessem que em 3 dias eu iria fazer 32 km a andar, quase o suficiente para ir para o meu trabalho a pé, eu diria que essa pessoa era doida. Hoje, agora, diria que acho pouco. Hoje só não me atirei para uma distância maior por causa da assadura. E vai ser assim enquanto não curar isto.
 
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